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4º Festival Buriti de Audiovisual divulga programação completa

De 31 de agosto a 4 de setembro, o campus da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), em Santa Maria da Vitória, recebe o 4º Festival Buriti de Audiovisual. A organização já confirmou a programação completa do evento, que é gratuito e aberto ao público, reunindo exibições de curtas-metragens, oficinas, mostras temáticas, debates e apresentações culturais ao longo de cinco dias.

Confira, dia a dia, tudo o que vai acontecer no festival.


Segunda-feira, 31 de agosto

A programação abre às 14h, no Estúdio UFOB/Samavi, com a II Mostra Poéticas Audiovisuais, reunindo filmes experimentais produzidos por estudantes do curso de Artes Visuais da UFOB. A exibição é apresentada pelo cineclube Cine Reflexões, com curadoria da professora Havane Melo.


Terça-feira, 1º de setembro

O dia começa às 9h, no Estúdio UFOB/Samavi, com a apresentação do projeto Voar fora da asa, desenvolvido entre o NTE-23 e a UFOB, trazendo os resultados das atividades realizadas por estudantes do ensino médio da rede pública. Fazem parte da programação as exposições "Imagens Cotidianas: fotografia com celular", com curadoria da professora Havane Melo, e "Cartas para o futuro", com curadoria da professora Aia Oro Iara, além da exibição do filme "Nas asas das oficinas", com curadoria do professor Max Bittencourt, e da entrega do Prêmio Brincar com Poesia, sob coordenação do professor Cícero Félix.

À tarde, das 15h às 17h30, na Sala 5 da UFOB/Samavi, acontece a oficina cênica "Um estudo sobre o Teatro Experimental do Negro", conduzida pelas professoras Aia Oro Iara e Téo Dias.

À noite, às 19h, no Estúdio UFOB/Samavi, é a vez da palestra "Panorama da animação na Bahia", com Ricardo Araújo, doutorando em Cinema pela UFMG, fundador do Icon Estúdio e autor do livro "Panorama da animação em Salvador".


Quarta-feira, 2 de setembro

A abertura oficial do 4º Festival Buriti de Audiovisual acontece às 9h, no Estúdio UFOB/Samavi, com a exibição do filme "Seu Adrião: o fazedor de rebeca", de Cícero Félix e Rui Rezende. O nonagenário Seu Adrião é o homenageado desta edição.

Às 9h30, no mesmo local, o diretor Thiago Logasa conversa com o público sobre a websérie "Imagem-território", que discute território e cultura na Bacia do Rio Corrente.

À noite, às 19h, é exibida a Mostra Pindorâmica, com curtas-metragens realizados por indígenas e conversa com o curador Marcelo Costa Cuhexê Krahô sobre o panorama da produção audiovisual dos povos originários.

Também neste dia começa a oficina de Animação em Stop Motion, com Ricardo Araújo, que segue nos dias 3 e 4 de setembro, das 14h às 17h30, no Lab1 de Informática da UFOB/Samavi.


Quinta-feira, 3 de setembro

O dia é dedicado às mostras competitivas do festival. Às 8h, no Estúdio UFOB/Samavi, acontece a exibição dos filmes selecionados pela comissão julgadora nas categorias Mangaba e Pequi, com apresentação de Marcelo Costa Cuhexê Krahô e Cícero Félix.

Às 10h, é a vez da Mostra Almas Femininas, com exibição de filmes e conversa com as realizadoras negras Cirlla Machado, Amanda Batista e Crisna Imhof, mediada por Ludmila Leite.

À tarde, às 14h, o Estúdio UFOB/Samavi recebe a Mostra Demarcando Telas, com curadoria do PET Encontro de Saberes/UFOB, reunindo produções de cinema contra-hegemônico, apresentada por Crislley Rian e Sávio Mendes.

À noite, às 19h, é exibido o curta-metragem "Ilícito", dirigido pelo cineasta ibotiramense Son Araújo, que conversa com o público após a sessão.

Também na quinta-feira, das 14h às 17h30, no Lab2 de Informática da UFOB/Samavi, acontece a oficina "Introdução à montagem cinematográfica", proposta pelo projeto Fluxo Audiovisual, com Thiago Logasa e Cirlla Machado.


Sexta-feira, 4 de setembro — encerramento

O último dia do festival abre às 7h com o Cortejo do Boi da Privintina, que sai do Alto do Menino Deus celebrando as culturas tradicionais da região.

A partir das 8h, na quadra da UFOB/Samavi, acontece a exposição "Delícias de Saberes", organizada pelo projeto Cultura, Alimento e Identidade (CNPq/UFOB), reunindo produtos da agricultura familiar do território da Bacia do Rio Corrente e apresentação cultural. Às 9h, no mesmo espaço, é exibido o documentário "Babaçu que quebra lá, quebra cá", de Amanda Alves, sobre a realidade das quebradeiras de coco babaçu em São Desidério, com conversa com a realizadora após a exibição.

Às 10h, a mesa "Cultura, alimento e identidade no Corrente" promove um debate sobre produção de alimentos e alimentação saudável na Bacia do Rio Corrente, conduzido pela coordenação do projeto Cultura, Alimento e Identidade (CNPq/UFOB).

O festival se encerra com a cerimônia de premiação das categorias Mangaba e Pequi, às 19h, no Estúdio UFOB/Samavi, seguida da Ciranda de Embolada, às 20h30, e do show de Paulo Araújo e Morão di Privintina, às 22h, ambos na Praça Agemiro Filardi, ao lado da UFOB.

Todas as atividades do 4º Festival Buriti de Audiovisual são gratuitas e abertas ao público.

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Exposição "Delícias de Saberes" reúne produção da agricultura familiar da Bacia do Rio Corrente

A produção da agricultura familiar da Bacia do Rio Corrente ganha vitrine em setembro. No dia 4, a exposição "Delícias de Saberes" reunirá produtores, saberes e sabores do Território em um evento que celebra a diversidade da produção familiar e o modo de vida das comunidades da região. O encontro será realizado às 8h, na quadra da UFOB em Santa Maria da Vitória, mas carrega um propósito territorial: dar visibilidade a práticas de produção e alimentação que atravessam os municípios da bacia.

A iniciativa integra o projeto "Cultura, Alimento e Identidade – Formação, participação social nas políticas públicas, extensão e alimentação saudável no Corrente", coordenado pelo prof. Cícero Félix que é da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) e financiado pelo CNPq. A proposta dialoga diretamente com as pautas de segurança alimentar e valorização da agricultura familiar que vêm sendo discutidas no território.

A programação do dia inclui apresentação artística regional, exibição do filme "Babaçu que quebra lá, quebra cá", de Amanda Alves, e um debate sobre produção de alimentos e alimentação saudável na bacia do rio Corrente — reunindo produtores, pesquisadores e comunidade em torno de um mesmo tema.

O evento está integrado ao 4º Festival Buriti de Audiovisual, consolidando a articulação entre cultura, produção de alimentos e território que tem marcado as edições do festival desde 2021.

A realização conta com o apoio do Território Rio Corrente, reforçando a parceria entre o CODETER Bacia do Rio Corrente e as instituições que promovem o evento. A presença do colegiado como apoiador reafirma o papel da gestão territorial participativa na articulação de espaços de valorização cultural e alimentar nos municípios da bacia.



Entenda os dois projetos por trás do evento


Festival Buriti de Audiovisual

Criado em 2021, o festival promove, a cada edição, discussão e reflexão sobre cultura, território e ancestralidade na região são-franciscana. O evento se consolidou como espaço de circulação de produções audiovisuais que dialogam com as identidades e memórias do Território.


Projeto Cultura, Alimento e Identidade

Coordenado pela UFOB e financiado pelo CNPq para subsidiar o PAS-Nordeste, o projeto atua na formação e participação social em políticas públicas de extensão e alimentação saudável no território do Corrente, articulando comunicação, cultura e segurança alimentar nas comunidades da bacia.


Serviço

Quando: 4 de setembro de 2026, às 8h

Onde: Quadra da UFOB — Santa Maria da Vitória (BA)

O quê: Exibição do filme "Babaçu que quebra lá, quebra cá" (Amanda Alves), Apresentação artística regional e debate sobre alimentação saudável

Apoio: Território Rio Corrente / CODETER Bacia do Rio Corrente

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Encontro em Santa Maria da Vitória vai fortalecer sistemas municipais de cultura no território Bacia do Rio Corrente

Está confirmada para o dia 3 de setembro de 2026 (quinta-feira), das 8h às 17h, a realização do Encontro Territorial de Fortalecimento dos Sistemas Municipais de Cultura da Bahia, no Território de Identidade Bacia do Rio Corrente. A formação integra o Programa Sistematizaê Bahia, iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT) voltada à institucionalização dos Sistemas Municipais de Cultura, e é realizado em parceria com o CIBARC — Consórcio Intermunicipal Bacia do Rio Corrente — e a Prefeitura Municipal de Santa Maria da Vitória, cidade que sedia o encontro.

O encontro é voltado a gestores municipais e equipes técnicas das secretarias de cultura do território, e é o desdobramento formativo de uma reunião preparatória realizada em 24 de agosto, quando representantes do Território já haviam se debruçado sobre a organização do Sistematizaê Bahia na Bacia do Rio Corrente. Agora, a etapa territorial reunirá esse público dos onze municípios que compõem o território — Brejolândia, Canápolis, Cocos, Coribe, Correntina, Jaborandi, Santa Maria da Vitória, Santana, São Félix do Coribe, Serra Dourada e Tabocas do Brejo Velho — para tratar do fortalecimento, da estruturação e da implementação dos Sistemas Municipais de Cultura, em conformidade com a Lei Federal nº 14.835/2024, que institui o Marco Regulatório do Sistema Nacional de Cultura.

A institucionalização da cultura como política pública permanente é o eixo central do Sistematizaê Bahia e do encontro em Santa Maria da Vitória. Municípios com Sistema Municipal de Cultura estruturado — envolvendo órgão gestor, conselho de política cultural, plano municipal e fundo específico — ganham condições mais estáveis para captar recursos, sustentar programas ao longo de diferentes gestões e garantir que ações culturais não dependam apenas de iniciativas pontuais.

Nesse cenário, o CODETER Bacia do Rio Corrente participa do encontro como parceiro convidado, reafirmando o papel do colegiado como espaço de convergência entre poder público, sociedade civil e instituições de cultura no território. Historicamente, o CODETER tem acompanhado de perto a pauta cultural — por meio da atuação do Representante Territorial de Cultura (RTC) e do diálogo permanente com os Pontos de Cultura vinculados à Política Nacional de Cultura Viva —, e vê no avanço do Sistematizaê Bahia um passo estratégico para consolidar a cultura como eixo de desenvolvimento territorial, ao lado de agendas como o Plano Territorial de Desenvolvimento Sustentável e Solidário (PTDS).

O encontro acontece no CIBARC, localizado na Avenida Governador Roberto Santos, s/n, Sambaíba, ao lado da Policlínica Regional, em Santa Maria da Vitória.

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Feira Cultural reafirma a força da cultura de Serra Dourada/BA

Serra Dourada, município que integra o território da Bacia do Rio Corrente, é reconhecida por sua produção artística diversa, que vai da música sertaneja e do forró pé de serra às manifestações populares ligadas à agricultura familiar e às comunidades tradicionais da região. É nesse cenário que a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Cultura & Turismo, promove a Feira Cultural de Serra Dourada – Bahia, no dia 29 de agosto (sábado), a partir das 17h, na Praça do Mercado.

O evento tem como proposta celebrar a diversidade cultural serradouradense, prestigiando artistas, grupos culturais, artesãos, músicos e fazedores de cultura do município. A programação confirmada é musical, reunindo Edvaldo Moreira, Jailson Ramos, Wilson Sanfoneiro, Jeová Sanfoneiro, Forró Moral, Roberto Rayan, Ailmir Pinheiro, Otávio Souza e Amaury, Benedito Sanfoneiro, Zé Neto e Everton Lima & Romário Teclas — nomes que representam parte da produção artística local.

Para o território, iniciativas como essa têm peso que vai além do entretenimento: municípios como Serra Dourada carregam um patrimônio cultural que dialoga diretamente com pautas discutidas no âmbito do CODETER Bacia do Rio Corrente, como o fortalecimento de Pontos de Cultura e da Política Nacional de Cultura Viva. Dar visibilidade a esses fazedores de cultura é também fortalecer a identidade territorial da Bacia do Rio Corrente como um todo.

Segundo a secretária municipal de Cultura de Serra Dourada, Juliana Nascimento de Souza, a feira oferece a esses profissionais um espaço concreto de reconhecimento. "É uma oportunidade também para mostrar o trabalho desenvolvido por cada um dos trabalhadores de cultura na nossa cidade", afirmou. Para ela, a iniciativa também fortalece políticas públicas do setor, "em especial a Política Nacional Aldir Blanc".

O evento conta com apoio do Sistema Nacional de Cultura (SNC), da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura e do Ministério da Cultura. A Feira Cultural é aberta ao público e convida moradores e visitantes a participarem de um momento de celebração da história, da arte e das tradições do povo serradouradense.

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Mês do Cerrado começa com diálogo sobre os impactos do El Niño na Bacia do Rio Corrente

O Instituto Altair Sales — instituição científica, cultural e educativa dedicada à pesquisa e à educação sobre o Cerrado, sediada em Goiânia (GO) — promove no dia 1º de setembro de 2026 a atividade online "El Niño e o Cerrado: impactos, riscos e desafios socioambientais", que abre o Mês do Cerrado. A ação é realizada em parceria com a Articulação de Mulheres pelo Cerrado do Oeste da Bahia, articulação de mulheres camponesas e trabalhadoras atuante desde 2019 na defesa do bioma e dos territórios tradicionais nas Bacias do Rio Grande e do Rio Corrente, e com o Coletivo Águas do Oeste, coletivo voltado à defesa dos recursos hídricos na região Oeste da Bahia. O encontro acontece das 14h30 às 17h e conta com apoio do Projeto Cultura, Alimento e Identidade, da UFOB (Universidade Federal do Oeste da Bahia), do CNPq e do CODETER Território Rio Corrente.

A atividade terá a participação do professor doutor Altair Sales — natural de Correntina (BA) e uma das principais referências em estudos sobre o Cerrado brasileiro —, com os convidados Aluísio Ferreira e Mestre Arnaldo, e mediação da Articulação de Mulheres pelo Cerrado do Oeste da Bahia. A proposta é discutir como o fenômeno climático El Niño interfere no regime de chuvas e na disponibilidade de água, além dos riscos para rios, nascentes e comunidades tradicionais que dependem das águas do Cerrado.

Amanda Alves, integrante do Projeto Cultura e Alimentação, destaca a importância do tema para a compreensão dos impactos do El Niño na região. Segundo ela, o território já vem sendo drasticamente afetado pela exploração dos recursos naturais, sobretudo pela retirada excessiva de água e pelo avanço do desmatamento — realidade que dados recentes confirmam: de acordo com o Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD 2025), divulgado pelo MapBiomas, a Bahia ocupou em 2025 o terceiro lugar no ranking nacional de desmatamento, com os municípios de Jaborandi e São Desidério entre os dez que mais desmataram no país no período.

Amanda Alves chama atenção ainda para a situação do Aquífero Urucuia, um dos principais mananciais subterrâneos da região, que se estende também por porções de Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Piauí e Maranhão. Segundo ela, a retirada de água tem sido mais acelerada do que a capacidade de recarga do aquífero — tendência corroborada por estudos do Serviço Geológico do Brasil, que apontam redução de 31 km³ no volume de água armazenada no Urucuia entre 2002 e 2021, associada principalmente à irrigação de monoculturas. Para Amanda Alves, as mudanças climáticas associadas ao El Niño tendem a agravar ainda mais esse cenário já crítico.

Ao justificar o convite ao Instituto Altair Sales para abrir o diálogo, Amanda Alves recordou uma fala antiga do professor Altair Sales, feita quando ele começou a alertar sobre os riscos para os rios da região: "Na fartura, a gente divide um copo de água. Mas será que, no dia da penúria, no dia da escassez, nós vamos dividir?" Para ela, a reflexão já antecipava o cenário de desmatamento acelerado no Cerrado e seus impactos sobre a vida e a existência das comunidades do território.

A atividade é aberta a todas as pessoas interessadas em dialogar e trocar saberes sobre o tema. Por se tratar de um encontro online, o link de acesso será enviado no dia da atividade, mediante solicitação.

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Fortalecimento dos Sistemas Municipais de Cultura é tema de articulação no Território da Bacia do Rio Corrente

O CODETER Bacia do Rio Corrente participou, nesta segunda-feira (24/08), de forma online, da reunião preparatória para o Encontro Territorial de Fortalecimento dos Sistemas Municipais de Cultura, que integra o Programa Sistematizaê Bahia. O convite partiu da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT/BA), e o colegiado esteve representado pela coordenadora geral, Vilma Campos de Araújo. Também participou da reunião, o Agente de Desenvolvimento Territorial (ADT) Robson Vieira da Secretaria de Planejamento do Estado da Bahia (SEPLAN-BA).

O Programa Sistematizaê Bahia é uma iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT/BA) voltada ao fortalecimento dos sistemas municipais de cultura, com foco na estruturação e qualificação da gestão cultural nos territórios baianos. Da reunião preparatória participaram, além de Vilma Araújo e Robson Vieira: as Agentes Territoriais de Cultura dos Comitês de Cultura da Bahia atuantes na Bacia do Rio Corrente, Joelma Alves (São Félix do Coribe) e Danielle Pereira (Brejolândia); Arlen Ramos, Secretário Municipal de Cultura e Turismo de Santa Maria da Vitória; Remerson Araújo, Coordenador de Sistemas de Cultura e Projetos Especiais (SECUL/DTC/SUDECULT); e Hemerson, Representante Territorial de Cultura (RTC).

O encontro formativo, decorrente desta etapa de planejamento, será realizado no dia 3 de setembro, no CIABRC, em Santa Maria da Vitória, e é destinado aos secretários municipais de cultura e às equipes técnicas das secretarias do território.

Ao avaliar os resultados da reunião, Hemerson destacou que "a reunião de planejamento alcançou plenamente seus objetivos". Para ele, "o Programa Sistematizaê Bahia na Bacia do Rio Corrente se projeta como um evento formativo para a autonomia e a sustentabilidade das políticas culturais no território".

A participação do CODETER Bacia do Rio Corrente na reunião reforça o papel do colegiado como espaço estratégico de articulação entre os municípios e o estado na formulação e no acompanhamento das políticas públicas culturais que se desenvolvem no território. 

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Território Bacia do Rio Corrente define participantes para Formação de Lideranças Jovens em Educomunicação

O Território de Identidade Bacia do Rio Corrente já tem seus três jovens indicados para a Formação de Lideranças Jovens em Educomunicação e Desenvolvimento Territorial, promovida pelo DEFOC-CAR/SEPLAN/CET. Com as novas datas confirmadas — 25, 26 e 27 de agosto, em módulo online.
O que é a formação: trata-se de uma iniciativa voltada às juventudes dos Territórios de Identidade da Bahia, com organização conjunta entre a CAR (Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional), a Seplan (Secretaria de Planejamento) e o CET (Coordenação Estadual dos Territórios de Identidade da Bahia). O curso dá continuidade às oficinas macrorregionais já realizadas anteriormente, agora reorganizadas em formato online. Cada território pôde indicar até três jovens representantes, que participam de encontros voltados à educomunicação — o uso da comunicação como ferramenta de mobilização, participação social e transformação territorial. Após os módulos online, os indicados seguem para uma etapa presencial, com oficinas previstas a partir de setembro.

Representando o território, participam da formação Luíza Moreira dos Santos, Rian Patric de Sousa Xavier e Thalita Aragão, todos estudantes de Publicidade e Propaganda da UFOB (Universidade Federal do Oeste da Bahia), campus Santa Maria da Vitória.

Apesar da indicação oficial ser limitada a três jovens por território, o CODETER destaca que outros jovens interessados também podem participar dos encontros online, ainda que apenas os três indicados sigam para a etapa presencial. Segundo a organização, jovens que já passaram pelas formações macrorregionais anteriores, ou que estavam escalados e não puderam participar, também têm essa oportunidade nos encontros digitais.

A proposta pedagógica da formação é estimular o protagonismo juvenil, fortalecer a comunicação como instrumento de mobilização social e formar lideranças capazes de atuar de forma crítica, criativa e colaborativa em suas comunidades. A expectativa da coordenação é consolidar, a partir dessa iniciativa, um núcleo jovem de educomunicação dentro dos CODETER, articulado às câmaras técnicas de juventude ou espaços similares.

"É uma oportunidade de adquirir novos conhecimentos e fortalecer minha atuação como jovem liderança na minha comunidade", afirma Rian Patric de Sousa Xavier, um dos jovens indicados pelo território. Segundo ele, a expectativa é aprofundar temas como comunicação, participação social e trabalho coletivo, além de trocar experiências com outros jovens de diferentes realidades e ampliar sua atuação em prol de um território mais justo e sustentável.

As inscrições devem ser feitas pelo link (acesse aqui) disponibilizado pela organização, e territórios que já garantiram suas vagas não precisam repetir o procedimento.

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