Territorio da Bacia do Rio Corrente
julho 29, 2026
Noticia
· julho 29, 2026
CODETER Bacia do Rio Corrente recebe insumos finais do PTDS durante lançamento do Plano Safra 2026/2027
O Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), lançou nos dias 27 e 28 de julho de 2026 o Plano Safra da Agricultura Familiar Bahia 2026/2027, no Teatro Central da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). O evento reuniu representantes do poder público, instituições financeiras e lideranças territoriais de todo o estado, entre elas o CODETER Bacia do Rio Corrente.
Quase R$ 5 bilhões para a agricultura familiar O plano prevê um aporte de quase R$ 5 bilhões destinados a fortalecer a base produtiva da agricultura familiar baiana, por meio de linhas de crédito do PRONAF com juros reduzidos, operacionalizadas pelo Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal e Desenbahia. A programação incluiu a apresentação de experiências exitosas de agroindústrias familiares, a pactuação das instituições financeiras sobre estratégias e metas de ampliação do crédito, além de mesas sobre reforma tributária, plataformas eletrônicas de acompanhamento de crédito e o fortalecimento das Redes Territoriais de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER).
Para Leidivan Xavier, membro titular do CODETER Bacia do Rio Corrente que representa o CAR (Chefe de Escritório) no colegiado, o programa amplia significativamente o acesso a recursos com condições facilitadas: segundo ele, produtores que tomam R$16 mil pelo PRONAF chegam a pagar apenas R$9 mil, somando juros baixos, carência e reduções adicionais — condições voltadas a fortalecer o trabalho de quem vive da terra, com destaque para a valorização da mulher e do homem do campo.
Território presente e insumos finais do PTDS em mãos
Um dos destaques da participação do território no evento foi o recebimento dos insumos finais do Plano Territorial de Desenvolvimento Sustentável e Solidário (PTDS), documento que orienta as ações do CODETER e serve de referência para o planejamento territorial, a articulação de políticas públicas, a definição de prioridades e a captação de investimentos.
O material foi recebido por Leidivan Xavier durante o evento. É importante destacar que este é ainda um insumo técnico consolidado — o material passará por uma etapa de revisão do colegiado antes de se tornar a versão final do PTDS, a ser efetivamente entregue ao território.
Esse insumo é resultado de um processo técnico e participativo conduzido em etapas: os diagnósticos e propostas territoriais foram construídos a partir de Oficinas Territoriais presenciais, nas quais foram organizados os Grupos de Trabalho Territoriais (GTTs) — responsáveis por debater, por área de política pública, os desafios e potencialidades de cada território, alinhados às diretrizes do Plano de Desenvolvimento Integrado (PDI) Bahia 2050. As contribuições da comunidade, registradas em formulários físicos e online e nas falas dos participantes, foram sistematizadas nos Quadros Analíticos-Propositivos (QAPs), passando por uma etapa final de revisão e consolidação técnica que originou os insumos agora recebidos pelo território.
Um território que se faz escutado
Leidivan destacou a satisfação de ver as demandas levantadas no território sendo ouvidas e retornadas com respostas concretas. "É muito gratificante ver que nossas atividades lá no interior estão sendo ouvidas, debatidas e trazendo de volta um suporte para resolver problemas que existem há tempos e precisam ser mudados, para a melhoria da qualidade de vida de todos, principalmente da mulher e do homem do campo", afirmou.
Ele ressaltou ainda que o momento demonstra que o diálogo construído no extremo oeste da Bahia — a partir do SETAF e do CODETER Bacia do Rio Corrente — está sendo escutado na capital e trabalhado para a resolução das questões levantadas pelo território. "Isso demonstra um governo participativo, que participa do cotidiano e faz escutas, procurando trazer soluções para as demandas levantadas. Não adianta só fazer a mobilização e levantar questionamentos se não há retorno dos órgãos competentes. Vemos o MDA, junto ao governo do estado e ao governo federal, dar esse respaldo de volta para a gente, o que fortalece ainda mais a força para continuar nessa proposta de melhorar a qualidade de vida dos baianos e baianas", concluiu.
Para a coordenadora do CODETER, Vilma Campos, receber essa prévia do PTDS permite ao colegiado exercer seu papel de governança territorial de forma participativa — analisando, validando e aperfeiçoando as propostas antes da consolidação final. "Isso garante que o documento represente as reais demandas do território, suas potencialidades e nossas prioridades, fortalecendo com transparência e legitimidade o compromisso dos atores envolvidos", destacou.
Um território que se faz escutado
Leidivan destacou a satisfação de ver as demandas levantadas no território sendo ouvidas e retornadas com respostas concretas. "É muito gratificante ver que nossas atividades lá no interior estão sendo ouvidas, debatidas e trazendo de volta um suporte para resolver problemas que existem há tempos e precisam ser mudados, para a melhoria da qualidade de vida de todos, principalmente da mulher e do homem do campo", afirmou.
Ele ressaltou ainda que o momento demonstra que o diálogo construído no extremo oeste da Bahia — a partir do SETAF e do CODETER Bacia do Rio Corrente — está sendo escutado na capital e trabalhado para a resolução das questões levantadas pelo território. "Isso demonstra um governo participativo, que participa do cotidiano e faz escutas, procurando trazer soluções para as demandas levantadas. Não adianta só fazer a mobilização e levantar questionamentos se não há retorno dos órgãos competentes. Vemos o MDA, junto ao governo do estado e ao governo federal, dar esse respaldo de volta para a gente, o que fortalece ainda mais a força para continuar nessa proposta de melhorar a qualidade de vida dos baianos e baianas", concluiu.
Para a coordenadora do CODETER, Vilma Campos, receber essa prévia do PTDS permite ao colegiado exercer seu papel de governança territorial de forma participativa — analisando, validando e aperfeiçoando as propostas antes da consolidação final. "Isso garante que o documento represente as reais demandas do território, suas potencialidades e nossas prioridades, fortalecendo com transparência e legitimidade o compromisso dos atores envolvidos", destacou.
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